Um aglomerado de cubatas de capim encardido pelo tempo, plantadas logo ali, no lado de lá do arame farpado, aparentando um alinhamento ordeiro, sinal de que alguém havia coordenado a sua implantação no terreno. 
Normalmente os Ganguelas não se preocupavam com a geometria, quando construíam os seus abrigos. Era onde calhava ou onde desse mais jeito. Apenas servia para se abrigarem à noite, já que toda a lide doméstica era feita no espaço circundante.

O Capitão entendeu que a situação precária de muitas das cubatas e a anarquia das ruas do Kimbo justificavam uma intervenção urbanística. Incumbiu-me de fazer o levantamento e identificar as que necessitavam de renovação, as que deveriam ser totalmente reconstruídas e alinhadas e ainda equacionar o eventual alargamento da aldeia.
Fiz qualquer coisa, mas a adesão da população não foi muito entusiástica. Para quê tanta trabalheira se o que existia era suficiente?

O calor era intenso e as poucas sombras convidavam ao descanso.
Mas, uma coisa ou outra foi renovada. Por exemplo, um celeiro novo foi construído. Contudo, não me pareceu que isso tivesse resultado da iniciativa do Ca
pitão.